- Nós, múltiplos, excessivas vozes.
Eu, o dia que quebra, se formos a noite quando diriges calada, a balaustrada. A ponta do sangue que a morte anula.
A língua, correspondente, quer, queria desenvoltura, a pele e o que se mistura ao beber da entrada. E tu só pensas, aquela desordem, atirar o sexo pelo teu.
O dentro intolerável. O mesmo lugar em ti, a febre de quem sente tudo e assinala táctil, a pontualidade do ferro.
As bocas de mãos dadas.
É natural o que sinto, e o tudo o que sei aflorara em rasto espesso. Senti-a.
Façamos nós, foder. O sexo de encontra a exterior. Incoctível e avassalador. Mutua posse, o incerta ao, decerto cair, invocar ou talvez não, à pouca gravidade da calçada em absoluta naturalidade, revela todas as coisas práticas que em hora de conflito e recíproco calor, roçagam fisionomias a extraforte.

*photo Jan Saudek
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