A inocência está toda no sexo, o sol, a estrela caída que ilumina a realidade em cruéis deslaces, na grácil que a poesia simples descanta. A vulva, acre e austera, apenas uma janela com vista ao pôr-do-sol. Nuvens a horizonte. O sexo, um trovão. O nome, não se diz. Entre as duas, longas ancas, cuja boca se dilui nas labaredas do longo vestido encarnado, em apertadas margaridas.
respirei e quedei-me em "...o nome, não se diz...". Não corramos o risco de rasgar a essência...da inocência. Obrigado por deixares expirar o que aqui se sente...
6 comentários:
Absolutamente inspirador!
Arrebatador rubor!
... são memórias Eros...
grata pela tua leitura!
respirei e quedei-me em "...o nome, não se diz...". Não corramos o risco de rasgar a essência...da inocência.
Obrigado por deixares expirar o que aqui se sente...
Perfeito. Intenso. Perturbadoramente Intenso.
És mulher de poucas palavras. Gratas e grandes memórias.
Gostei (muito!)!
madagascar,
...o nome, não se diz... O sangue irrequieto continua impermeável por detrás da porta.
grata pela tua leitura
ldr
Pequenos Delitos Renovados,
a largura de um texto é equiparável à largura do sexo, perturbadoramente imenso, perturbadoramente imenso.
abraço
ldr
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